As botas em epígrafe estiveram num concerto
de Cecil Taylor, em 2011. As botas não mudam,
gostam de solos difíceis, duros, poeirentos,
gretados. São como os cowboys, as botas, à procura
do desfiladeiro certo, da ravina, do eco que nunca
chega, do inimigo no velho espelho do bar abandonado.
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