Atalhos de Campo


24.5.19

la cenerentola

continuamos dominados pelo sapatinho

5 comentários:

  1. no way! :)

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    (posso contribuir com bastas fotos elucidando sobre o oposto: não tenho um único par de sapatos - o último que calcei, cerca de 9cm de salto, um verde, camurça, belo, por sinal, foi para o baile de gala dos finalistas, há uns anos, que aqui, vila pequena, tem um significado e uma dimensão totalmente contrário aos "outros", ofereci-os à minha nigga - só botas, botins e sandálias mais de descalçar os pés; ah, também tenho umas alpercatas em P&B :))

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    (de resto, bom, mesmo, é andar descalça, seja lá onde for :D )

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    1. isso sei eu, já percebi :) aqui *na cinderela* trata-se (se é que se pode tratar disso) da distinção entre sapatos, sejam eles botas ou chinelas. estamos feitos ao status, não à estória dos sapatus*. perguntas como, isso é teu, parece grande, andavas com as botas nesse estado, eram lá botas para ir a um concerto, etc. , explicam que continuamos presos a coisas sem qualquer interesse.

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  2. sim, eu desconheço qual a imagem que têm de mim (na maior parte dos casos) e estou-me nas tintas.

    temos dias, penso eu, e muito feitos de reservas, dependendo daquilo em que trabalhamos/desempregamos os dias: tanto dá para a conjugação (mesmo que venha do guarda-roupa das filhas, coisas das quais se enjoaram rápido, e tenho várias) como se volta àquele par de calças de ganga que a costureira já reforçou inúmeras vezes, adquiridas há 22 anos (são as minhas favoritas, têm esse tempo e foram uma low waist avant las modas: adoro-as, como adoro andar descalça, sou orfã, não escuto ninguém, críticas nenhumas - já era assim, agora acentuou-se, a atitude - que eu quero é sentir-me bem comigo mesma :)


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    (as fotos com corpo à mostra são a minha última chamada de atenção para esta 'liberdade', digamos assim..................)

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    1. Acho maravilhoso que as pessoas se mostrem. Dá uma outra dimensão a tudo o que escrevem. Penso até que é revolucionário. É claro que nalguns casos é contraproducente, pois que tudo o que se publica tem o seu lado estético. Mas isto que temos em mãos é toda uma possibilidade para inovar, criar. Os livros são livros, os blogues são outra coisa. São diários com música, com fotografia, com cinema. Haverá diário mais apelativo, mais interessante?

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