Hoje servi de intérprete de linguagem google tradutor temperada de emojis, esses e-aliens imprescindíveis nas mensagens escritas. Evito manter diálogos desse género, aborrecem-me e até me irritam ligeiramente (ou bastante), mas prestei-me a ajudar uma amiga estrangeira, que trocou por estes dias várias mensagens com o jardineiro. E percebi que, embora sendo monocórdica, supérflua, e até inconveniente, a conversa ultrapassou em muito as necessidades de adubos, material de jardinagem e horários de ambas as partes. Portanto acabei a tradução com o seguinte conselho: fecha lá a porta a isso e não respondas mais, nem uma única vez, ou então convida o jardineiro para jantar. Mas não te esqueças de que ele só tem uma coisa em mente, e não é falar sobre O Mundo de Ontem, de Stefan Zweig.
Ahah mas porque raio é que é sempre o jardineiro ou o canalizador?
ResponderEliminarTalvez seja, como disse a minha mãe, para imitar a literatura.
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