No colégio havia uma sala para horas de estudo obrigatório. Sempre cumpri sem problemas as horas de estudo, que eram supervisionadas por um vigilante. Mas o estudo verdadeiro, aquele que me deu prazer e conhecimento, foi o que fiz fora de horas, a perseguir um diagnóstico, a consultar bibliografia, a reavaliar um caso, mesmo que esse caso fosse já um caso perdido. E se a morte ganhou, como ganhou hoje, não me sinto miserável por não ter chegado a tempo com o meu diagnóstico. O conhecimento é sempre apaixonante, mesmo quando já é impossível usá-lo para salvar.
Que bem dito e pensado!
ResponderEliminar~CC~
Obrigada, CC. Bom Domingo para si.
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