Comecei ontem a ler *Berta Isla*, mas logo interrompi, para ouvir primeiro quatro entrevistas que o autor deu após ter saído este livro. Três são em inglês e uma, que ele deu em casa na sua maravilhosa biblioteca, é em castelhano. Confesso que o percebo muito melhor em inglês, que em inglês me parece tão calmo e racional como se tivesse acabado de sair de um dos seus romances, como se fosse um dos seus personagens. Foi difícil separar-me de Dostoievski, com o fim de *O Idiota*. Deixá-lo no passado exige ajustes geográficos, temporais, e uma adaptação da alma.