Atalhos de Campo


7.9.17

adormecer ao luar



e mergulhar no estranho amor, de Ferrante: 
sujo, feio, triste e violento.

8 comentários:

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    1. Ora aí está uma boa pergunta: porque insistimos em meter-nos por labirintos que nos levam a sítios onde nunca estivemos, nem desejaríamos ter estado, banhados por uma luz passiva, sonolenta, pegajosa, soturna, que avançam pelo nosso sono (e talvez pela nossa vida), depois de pousarmos o livro? Muito bem escrito, na verdade.

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  2. eu tenho tendência para recusar o que me faz sentir mal, por muito bem escrito que esteja, ou bem representado.
    tem um serão sereno, Teresa :)

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    1. apetece fechar a porta à *Dona Fernanda*, pois apetece... :)

      hoje está vento, o luar fugiu
      tem uma boa noite, ana

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  3. (a dona fernanda é a excepção :) o céu tem nuvens, mas ainda trago na memória a lua de segunda-feira. é bom falar contigo. fica bem.)

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    1. o próximo é 'os dias do abandono'... sem luar.
      nenhuma lua resiste, ana.

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  4. Gostei imenso da Tetralogia, assim como diz, com tudo o que é dor, sujidade, violência...às vezes beleza. Faltam-me esses dois primeiros.
    ~CC~

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    1. Vou avançando na escrita de Ferrante como se lutasse contra um furacão, ansiosa por chegar à amiga genial. :)

      Obrigada CC

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