Quando já nada nos espicaça, temos a «melancolia», último estimulante. Incapazes de abdicar dela, perseguimo-la quer no divertimento quer na oração. E temos tanto receio de sermos privados dela que «A melancolia nossa de cada dia nos dai hoje» se torna o refrão das nossas expectativas e orações.
Cioran
a melancolia como estimulante... quem diria :)
ResponderEliminaruma espécie de doping da alma :)
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