Atalhos de Campo


9.7.16

o cubo de rubik # repost 6


Comparo a minha relação com a blogosfera com um cubo de Rubik que nunca mais consigo resolver. Ora vejamos: porque é que algumas pessoas se escondem atrás de múltiplas faces e heterónimos (alguns tão cómicos que nenhum de nós quereria usar se lhe fosse imposto), e outras mantêm vários blogues como certas dietas, uma linha premium e mais uma ou duas, de mais baixa qualidade? Porque se fazem seguidores do que não gostam e comentam com deselegância propositada, arranjam intrigas, abrem blogues e fecham blogues para abrirem blogues como se não fossem eles? Porque é que se formam grupos herméticos, embora disfarçados, em que se percebe que há hierarquias? E que pensar dos condomínios fechados, com publicidade abjecta? Fazer um blogue é catártico, ou pode tornar-se exactamente no contrário? E o que fazem os anónimos num mundo de gente que usa várias máscaras, inclusive a de anónimo, para além de desvalorizar a palavra? Porque é que os blogues (supostamente) de mulheres têm muito mais seguidores e comentadores masculinos, e o inverso também é verdadeiro(com o supostamente); haverá género...virtual? Porque é que publicar um livro do blogue é o mais secreto desejo de muitos bloggers, quando a Internet permite a divulgação de um trabalho a nível global muito mais dinâmico e que pode morrer numa edição em livro? Dou a este cubo mais voltas do que ele merece, um quebra-cabeças com pelo menos uma face obscura, que, a ter alguma magia, é bem capaz de ser negra. É possível que a solução esteja na frase lá em cima: aquela sonata pode não ser uma performance de Glenn Gould, mas devo dizer que é tão boa como gold; a homofonia é que interessa, Ah, Ah, Ah!

Assinado: Homer(ic) Simpson, (e se alguém disser que sou eu, nego, N.E.G.O.).

Publicado em 16/3/2015 

20 comentários:

  1. a única vez que resolvi uma coisa dessas foi com recurso a batota! Mas isso é o que eu sou, um batoteiro. E por sinal na blogosfera serei a mesma coisa. E sim, gosto do anonimato que ela me permite, de outro modo nunca publicaria as palermices que escrevo. Ninguém sabe que escrevo, a maioria das pessoas que me conhecem até duvidam que eu saiba ler. até eu duvido disso... portantos, acho que compreendo o que queres dizer, algumas coisas também me irritam, fazem-me lembrar o tempo do secundário :)
    como vamos resolver isto? há um tutorial na net http://www.cubovelocidade.com.br/tutoriais/cubo-magico-basico-metodo-camadas-1-passo-cruz-branca.html para o cubo, para a blogosfera nã encontrei nenhum... mas a minha recomendação é tirar o máximo de prazer do que se faz, ler e comentar quando apetece e só o que apetece, nã permitir que nada nos aborreça, porque para isso já inventaram um maldito de um cubo (estou a olhar para as instruções e sinto-me um asno)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A ficção é um mundo encantatório onde todas as "batotas" são possíveis e até desejáveis. Porém, quando se passa à realidade, a batota é uma acto feio. Resolver o cubo recorrendo a batota numa brincadeira entre amigos é uma coisa, fazendo-o num concurso é outra. Usar de uma máscara virtual para prejudicar alguém deliberadamente na vida real é desvirtuar a ideia do cubo e atirá-lo à cabeça do outro, não assumindo os estragos. A isso chamo cobardia e mau carácter. Quanto a pensarem que não sabes ler, acho até promissor; aconteceu ao Gonçalo M. Tavares numa repartição pública, quando ficou a olhar distraído para um documento. O empregado que o estava a atender perguntou-lhe: O senhor sabe ler? Portanto, Manel, acredito que temos aí em potência um grande escritor. :)
      Quanto ao anonimato entendo-o perfeitamente, embora ache que é pena os teus amigos nã te poderem ler (reconhecendo o valor do conteúdo teria a maior das penas de não saber dessa tua faceta, desde que não fizesses batota e falasses mal de mim num post :)).

      Tentarei seguir as tuas recomendações para resolver este cubo, mas...

      Obrigada, Manel, agora vou ver como se resolve o cubo a sério.

      Eliminar
  2. Isto dos blogues é sempre curioso, sempre achei que daria um excelente tema para uma tese de doutoramento. As pessoas são sempre um reflexo do que são lá fora, na sua vida real, estou profundamente convicta disto. O que dizes sobre os comentários é absoluta verdade as mulheres, na minha ideia, tendem a comentar muito mais os homens e os homens as mulheres. E sim há grupos, tal como os há em todo o lado. E depois acredito também que as pessoas acabam por seguir blogues que não gostam só porque sim e só para dizer que o seguem.

    Ainda tenho o meu primeiro cubo, confesso que a primeira vez que o fiz, fiz batota, o meu irmão tinha-me ensinado um truque que era o de rodar as peças das arestas e assim consegui :))

    beijinhos Teresa

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pode ser que alguém se abalance a estudar o encriptado mundo dos blogues...
      Também acho que dificilmente as pessoas conseguem criar (e manter) algo muito diferente do que são na realidade, daí as várias tentativas. :) Para mim um mundo virtual poderia ser um mundo ideal com livre circulação de ideias, debates, partilhas, respeito... haverá algures disso? Podendo libertar as ideias, porquê aprisioná-las, ou atraiçoá-las para agradar a A, B, ou C ? Confesso que nunca gostei de grupos. Gosto mais de pessoas, e posso bem gostar de pessoas de grupos muito diferentes. Também gosto de acções. De boas acções.

      Quanto a essa resolução do cubo parece-me boa, limando as arestas. :))

      Beijinhos, Quarto Andar.

      Eliminar
  3. Nunca consegui resolver o cubo. Terei de viver com isso porque não quero voltar a tentar.
    Não há nenhuma razão para que o elemento humano seja melhor na blogosfera do que nos outros sítios onde existe.
    Suponho que também não será pior.
    Pensando bem, seria muito estranho se não houvesse grupos na blogosfera já que é isso que as pessoas sempre fazem, agrupam-se. É da natureza humana.
    De tudo quanto falas, a única coisa que me intriga é a necessidade de desdobramento em várias personas e a manutenção simultânea dos dois segmentos de blogues a que te referes.
    Globalmente considerado, parece-me um fenómeno positivo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Lembro-me que o Miguel Sousa Tavares se referia aos blogues como "aquelas capelinhas", com um séquito atrás de um líder... e não deixa de ter razão. Num mundo com tantos ateus assumidos porquê acreditar em mentores dos quais nada se sabe, a não ser que são comuns mortais como nós? Afinal existe mesmo necessidade de acreditar, nem que seja em gigantes com pés de barro; ou então a necessidade narcísica de ser profeta. O que me atrai definitivamente nos blogues é a expressão livre das ideias. Contrariamente a ti, penso que o "elemento humano" pode refinar a sua maldade na blogosfera, pela impunidade que o protege; o blogger "senta-se para", tem uma intenção, um objectivo, que pode bem ser obscuro. Sobre o dito "desdobramento", é provável que a razão seja atingir mais público, e mais diverso.
      Concordo que globalmente é um fenómeno positivo. Esta caixa de comentários parece-me uma boa amostragem. É unânime o traumatismo em relação ao cubo de Rubik (eu incluída) :).

      Eliminar
  4. Para mim, o meu blogue serve como uma espécie de redenção. Sempre escrevi para a gaveta da minha secretária, mas foi com a Miss Smile que comecei a publicar o que escrevia. A Miss Smile representa, no fundo, a forma como eu própria gostaria de envelhecer, como uma velhinha pacificada e bem-resolvida, que sabe que não pode mudar o mundo, mas que se pode mudar a ela mesma. E ao seu olhar. É uma espécie de filosofia de vida que gosto de exercitar. E também gosto muito de escrever, de brincar com as palavras. É uma forma de “domesticar” o mundo, de enaltecer os pequenos grandes gestos que, na correria sonâmbula dos dias, não quero que passem despercebidos. Não pretendo ensinar ninguém, nem sou dona de qualquer verdade, aliás, cada vez tenho mais dúvidas, mas a mim, faz-me bem. Claro que se fizer bem a outras pessoas, fico muito, muito contente.
    Quanto à blogosfera em geral, podemos dizer que esta é um reflexo do mundo. E isso é absolutamente verdade. Pois se o mundo é um local mal frequentado, porque haveria o mundo virtual de ser diferente? Porque não haveria ele de espelhar também os paradoxos que habitam o ser humano? E é aqui que não consigo encolher os ombros e refugiar-me na chamada “inércia leibniziana”, de que as coisas são como são, que não há nada a fazer, etc. Eu acho que o mundo virtual deveria ser diferente, e até melhor que o mundo real. Afinal de contas, as condições em que se publica são completamente distintas e, de um modo geral, mais favoráveis do que as condições em que se vive. O mundo virtual enriquece a nossa vida. Com ele, criamos laços, abrimos horizontes, descobrimos, em nós e nos outros, tesouros que nem julgávamos existir. Partilhamos sonhos, desabafos, talentos e vulnerabilidades. Ter uma presença no mundo virtual tonou-se normal, mas não pode tornar-se banal. Num mundo dinâmico e veloz como o da Internet, é necessário ter alguma contenção e cuidado. Pelo seu efeito multiplicador, as consequências más, por exemplo, podem ser totalmente demolidoras. Nos casos mais extremos, criticar, julgar, lançar falsos testemunhos na Internet não é o mesmo que fazê-lo no café com um amigo. Acredito que muitas das pessoas que o fazem por desporto, ou porque não têm outro assunto, talvez não o fizessem se, ao invés do ecrã, tivessem o(s) visado(s) à sua frente, olhos nos olhos. Umas, por cobardia, outras, por empatia. Atrás de um ecrã, é fácil esquecer que os outros são feitos de carne e de sentimentos.
    Em relação aos “condomínios”, a blogosfera, tal como a vida cá fora, é tribal, corporativa, clubística. O ser humano é gregário e precisa de se sentir integrado num grupo, de preferência, com líderes carismáticos. Esta é a velha dinâmica entre a segurança e a liberdade. Quem escolher a liberdade, terá provavelmente menos segurança. Quem optar pela segurança do grupo, terá menos liberdade e perderá mais de si mesmo. Quando se ganha algo, perde-se sempre outro algo. São escolhas. Ambas válidas, desde que exercidas com responsabilidade e respeito.
    Bom, como já me alonguei em demasia, já nem me atrevo a falar das minhas memórias em relação ao dito cubo. Limito-me a confessar aqui, perante o mundo inteiro, nunca ter sabido resolver tal quebra-cabeças.

    Um beijinho, Teresa

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ao reler-te lembrei-me das razões que me fizeram escrever este post há mais de um ano. Nessa altura eu tinha o blogue fechado (assim ficou durante quatro meses), mas fui sempre escrevendo e fotografando; publicando para a "gaveta", como dizes. Em Abril desse ano(2015) reabri o blogue, até hoje. Não me arrependi da reabertura, embora como se vê continue a ter dúvidas. E o que é interessante é que persistem as mesmas dúvidas, acrescidas de mais algumas... Se queres saber, esse tempo em que me voltei para dentro, continuando a trabalhar, foi pacífico, fez-me bem. Embora o post esteja em "modo leve" eu tinha encerrado o blogue para pensar, e quando o fiz estava irritada. Este é um mundo muito sui generis, exige adaptação. Lidar apenas com palavras não é nada fácil. Antigamente quem lidava apenas com palavras fazia-o no sossego do seu quarto, não as publicava de seguida. As reacções eram tardias e a mossa também. Eu gosto da partilha de ideias, mas gosto de estar só, por isso achei que a blogosfera tinha sido inventada para mim. Logo acontece ser a dita uma réplica da realidade de que me afastei, portanto, embora a blogosfera tenha sido, de facto, inventada para mim, eu não fui inventada para a blogosfera. :)

      Um beijinho, Miss Smile

      Eliminar
  5. Em primeiro lugar, que BOM teres reaberto os comentários, Teresa. Em segundo lugar, concordo com a Vizinha quando diz que este tema dava para uma tese de doutoramento, ó se dava!
    E por agora não vou escrever mais nada porque não posso, mas talvez depois cá volte a comentar.

    Mas fico sobretudo contente por poder ler aqui comentários dos teus leitores, neste blogue é tudo bom, e por poder eu também comentar.
    Até logo, querida Teresa.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Querida Teresa,
      Compreendo bem que não consigas fazer o cubo de Rubik. Eu também nunca consegui sozinha, alguém um dia me ensinou como era e então passei a ver com que rapidez o conseguia fazer, fazia corridas com a minha irmã Ana, que era e é sempre a mais rápida em tudo. :-)
      Na blogosfera ninguém nos ensina nada, aprendemos nós, vamos aprendendo, se quisermos, como se resolve esta passagem por cá. Há dias maravilhosos e há dias em que uma desilusão pode até doer. A mim já aconteceram ambas. Várias vezes.
      Uns fazem-se seguidores para se divulgarem, outros fazem-no porque lhes interessa o blogue que seguem. Uns são homens, outros são mulheres, uns estão sós, outros gostam de se divertir, uns vêm de boa fé, outros preferem destruir, todos somos humanos. Sabes o que acho? Que ao primeiro embate negativo devemos rever a razão que nos levou a ter um blogue. E caso essa razão ainda exista, é seguir em frente e deixar os cães ladrarem enquanto a nossa caravana passa. Se pelo contrário a razão se desvaneceu, então é sair. Sobretudo, que as vozes e as posturas alheias não nos alterem a essência. E a tua essência, aos meus olhos - falarei por mim - está carregada de beleza, é muito rica do ponto de vista humano. A tua presença na blogosfera faz dela um espaço melhor, Teresa, este é um dos melhores blogues que conheço. Aqui podemos aprender, rir a valer inclusive na caixa de comentários, encontrar boa gente nessa caixa de comentários, ver o pôr-do-sol, ler textos lindos, emocionar-nos...

      Mas claro que podíamos estar horas a conversar sobre isto, minha querida Teresa. E depois fazer a tal tese de doutoramento. :-)

      Um abraço daqueles. Mas desta vez ainda maior.

      Eliminar
    2. Uma vez depositaram-me no cinema às escuras, sozinha, já a sessão tinha começado. Eu tinha seis anos e era suposto ir ter com uns primos meus, mas cheguei atrasada. Então sentaram-me num lugar vago a ver o filme, que visse assim o filme, que ao intervalo lá encontraria os primos, quando a luz se acendesse. Foi tal e qual a minha primeira impressão na blogosfera: entrei numa sala às escuras e caí num lugar virtual. Ao intervalo foram aparecendo os meus primos... encontrei-os um a um, mas lá que custou, custou. E agora até já reconheço alguns pela voz. :)

      Um abraço "horroroso", querida Susana. [Algo em ti me dizia que tinhas conseguido fazer o cubo :)]

      Eliminar
  6. Sou aqui o que sou sempre. Fico mais confortável (como diz o Manel) no relativo anonimato porque as pessoas tendem a tolher as que conhecem na sua liberdade de escrever o que quiserem, sobre que assunto entenderem.
    Tenho o o meu grupo, sim! Aquele que eu escolhi ler e comentar e aqueles que, generosamente, vieram até mim, lendo-me e comentando-me. De certa forma, é um grupo de vizinhos, alguns mais próximos, a quem podemos ir bater à porta a pedir um raminho de salsa, e outros a quem apenas sorrimos e cumprimentamos quando nos cruzamos. Gosto das pessoas por detrás dos blogs que leio e das palavras que trocamos nas caixas de comentários.
    Gosto de ti! Ah, e gosto de todos os que escreveram aqui antes de mim! :)))

    Um beijo a cada um :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Também nunca resolvi o cubo!

      Mais beijos, incluindo os comentadores abaixo. :)

      Eliminar
    2. Acredito que o anonimato traga esse conforto que referes. Eu escolhi o contrário. Gosto que quem gosta de mim e me conhece frequente o blogue. Faria o mesmo com qualquer amigo. Mas este é um mundo muito particular, que parece excluir os amigos, que também não são atraídos por ele, e aberto aos estranhos, que comunicam connosco e se interessam pelo que fazemos. É outro dos enigmas dos blogues. Deveriam ter um letreiro à porta: Vedado a pessoas conhecidas. :) Ainda assim acho maravilhoso aquilo que consegues fazer com os teus "desconhecidos".
      Insistir na blogosfera fez-me encontrar pessoas, e estou contente por isso, mesmo que fique com o cubo eternamente por resolver...
      Também gosto de ti, Maria, e de todos os que aqui escreveram até à emoção. :)

      Um beijo.

      Eliminar
  7. Muitas questões. Algumas que também me coloco. Mas eu nunca consegui resolver o cubo de rubik.
    :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O melhor é mesmo adiar, luisa. O cubo fica tão bem com as faces multicoloridas... :)

      Eliminar
  8. E eu que consegui resolver o cubo de rubik, 1º da minha maneira que demora muito e depois pelo método mais rápido que me ensinaram, não sei responder acho que a todas ou a quase todas as questões colocadas, mas sinto-me muito grata à blogosfera pelas pessoas que através dela tenho conhecido - haverá bom e mau, e do que não gostamos podemos sair de mansinho e do que gostamos, podemos voltar, aprender, encantar-nos, ficar com a ideia que independentemente do nick escolhido, estamos a conseguir conhecer alguém que de outra forma, muito provavelmente nunca teríamos a sorte de encontrar e que está lá, ouve-nos, lê-nos, e/ou partilha connosco o que escreve, anima-nos e poderá vir a ser um amigo/a.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Aí está uma bela postura perante a blogosfera, Gábi: descomplicar. Eu assumo que tenho tendência para fazer análises, diagnósticos, prognósticos, Rx e outros exames... e isso nem sempre é bom. Trato a Internet como se fosse um doente, ausculto, investigo, pesquiso. Mas concordo que, encarada no seu todo, esta tem sido uma boa experiência.

      Eliminar
  9. O cubo resolvi-o vezes sem conta e depois cada vez mais rapidamente, mas só após muita tentativa falhada. Mais facil do que alguma vez será isto dos blogs pois há blogs e blogs e há pessoas e pessoas e alguns bonecos por detrás de alguns blogs. É assim em tudo... cabe-nos a nós fazer os filtros. Beijinho

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Este é um cubo duro de roer, GM. Uma coisa é certa, há mais de um ano, quando escrevi o post republicado acima, mal conhecia algumas das pessoas que hoje comentaram, e, de todo, as outras. Hoje tenho que assumir que me sinto menos só. Pode ser ilusório, mas só permanecendo é que vou ter a certeza. E já sabemos todos como é com os filtros, quanto maior é a exposição maior deve ser o factor de protecção. Tal e qual como fazemos perante os riscos da exposição solar para prevenir as queimaduras.

      Beijinho

      Eliminar