Atalhos de Campo


1.6.16

limão à maneira de Willem Kalf
























4 comentários:

  1. Estes posts de vidros e flores trouxeram-me à lembrança um quadro de René Magritte, "O retrato". Vi-o integrado numa exposição itinerante de impressionistas na Gulbenkian, aqui há uns anitos, embora aquele, já se enquadre na corrente surrealista. A sua limpidez rústica interpela-nos...:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Tão minimal, comparado com a exuberância e requinte dos ambientes de Kalf, mas no fundo com toda a simbologia das naturezas-mortas, que parece que nos estudam o olhar e a vida. :)

      Eliminar
  2. Sem dúvida, aliás foi nesse âmbito que o quadro integrou a dita exposição sobre a natureza-morta na europa. Gosto muito dele porque transmite todo um personagem, por detrás daqueles artefactos tão bem estudados. Daí ser um retrato. O kalf é diferente, exprime toda uma civilização, num bom barroco. É romântico. Também gosto.:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E que sensualidade... quedo-me ali à frente, a estudar os pormenores, nada colocado ao acaso. E a luz... :)

      Eliminar