Atalhos de Campo


1.5.16

Mãe

























































































































8 comentários:

  1. Lindas :)
    Um beijinho para ti, e para a tua mãe.

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    1. Obrigada, Sandra, tanto, por essas palavras também lindas.
      Estas flores são para A Mulher Mãe; são tuas também, de algum modo. :)
      Um beijinho

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  2. Espero que isso inclua as mães de cães.
    Para me fazer sentir disfuncional já basta o Natal!

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    1. Inclui... mas mãe de cão pirata não prefere que lhe ofereçam um osso daqueles, lá deles, género fémur... roído e tudo...

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  3. Que fotos maravilhosas, Teresa.
    Levei uma para mim. :))

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  4. ...(venho ali de baixo do Muzinhus)...
    Se bem que esta montra de flores seria uma excelente candidata a melhor sequência do ano!
    Estão absurdamente belas. A primeira encanta-me sobremaneira. E as que parece que exibem açúcar nas pétalas?
    Que coisa linda, querida Teresa.

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    1. Embora não consiga comentar lá para aqueles lados que fecharam o som às vozes, [enfim!], bate-se à porta com um barulhinho modesto, a medo, e nada, a porta não se abre; o que é que está aqui a fazer - ouve-se - eu agora só uso a picadora um, dois, três, que é para que saibam, posts às lascas como bacalhau, coisa horrível...

      Aqui vai: estas flores são a imagem maravilhosa das mães, para mim, claro, que acredito piamente em mantinhas que envolvem e abraçam, em centros de mesa com as cadeiras em volta de um almoço de Domingo, em famílias felizes e matriarcais, em conselhos, segredos e cumplicidades, em silêncios únicos, em esperanças enroladas em xailes cor-de-rosa e conversas intra-uterinas de muitas promessas... e são também, do meu jardim, para ti, Mãe.

      A primeira é uma anémona de terra, como dizes, absurdamente bela, a segunda uma jovem camélia, as terceiras verbenas de coração; a seguir vem o abraço de um lírio, depois um envelope de jarro, uma dádiva de túlipa, um perfume de rosa, um berço de esperanças...

      Um abraço apertado, e *horroroso*, querida Susana.

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