Atalhos de Campo


1.5.16

Mãe-galinha

A minha mãe é uma galinha
Galinha dos ovos de ouro
Quatro ovos ela tinha
Que eram o seu tesouro.

Cedo, cedo se tornaram
Em quatro lindos pintainhos
Que a princípio a acompanharam
E logo seguiram seus caminhos.

E a galinha, triste, triste
Levou tempo a entender
Que um filho, quando existe
É sempre ter e não ter.















Para a minha mãe (há vinte anos, quando lhe enviei 
este poema por graça, tal como hoje, e sempre):
A amiga, a companheira, a conselheira, a confidente, 
a seguidora diária deste blogue, e a encorajadora de 
todo o meu trabalho.

6 comentários:

  1. parabéns, Teresa. Uma mãe que ainda é tão companheira.
    Um beijinho,
    Mia

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    1. E eu sinto-me tão agradecida por isso, Mia.
      Colha uma flor no post abaixo; há lá uma para si.
      Um beijinho

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  2. Respostas
    1. Sempre, e que continuem muitos anos! :)
      Eu também sou...

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  3. E é mesmo. Ter um filho, é ter e não ter. É um processo natural, pelo qual todas as mães passam. Desejável, saudável, mas ainda assim, sempre um pouco custoso. Prepará-los para o voo, eis o grande papel!

    Um beijinho para ti e outro para a tua mãe, a tia dos bonitos olhos verdes.:)

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    1. Foi mais fácil escrever estes versos do que pô-los em prática... sem dúvida.

      Um beijinho, Madalena/Mãe. :)

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