Atalhos de Campo


7.5.16

La vie en rose











































































































































14 comentários:

  1. a minha cor dominante, hoje, Teresa, é o cinzento. este "rosa cor de carmim" é uma luz inesperada.
    Bom fim de semana,
    Mia

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    1. É sempre bom aparecer uma luz inesperada, não é Mia, e então se for de uma rosa perfumada...

      Bom fim-de-semana e um beijinho.

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  2. Um bater de coração, o voo alegre de um inseto, a claridade da luz, o azul liso do céu, a gargalhada de uma criança, um abraço interior, uma voz terna, uma música com sentido, uma árvore a crescer, o perfume do mundo, o cheiro enigmático de uma rosa, a beleza compreendida com o coração… la vie en rose!

    [Que bichinho é aquele confortavelmente refastelado numa pétala? Ou foi a rosa que se adornou com uma pequena "mouche", segundo os ditames da moda renascentista?]

    Um beijinho, Teresa :)

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    1. e a voz quente de Armstrong...

      Acertaste na mouche, completamente.:) Suponho que é um bichinho, mas uma mouche não é um bichinho? Então é um bichinho mascarado de mouche renascentista, como bem dizes. E fica tão bem... eu ia lá mexer no sinal da Cindy Crawford!

      Um beijinho, Smilenska. :)

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  3. quanta beleza!
    a rosa combina consigo, bela Teresa.

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    1. Um bocadinho mais acima e também com a cor dos seus lábios, flor das flores :)

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  4. palavras belas de Herberto, para si, generosa Teresa.

    «E a morte passa de boca em boca
    com a leve saliva,
    com o terror que há sempre
    no fundo informulado de uma vida.
    Sei que os campos imaginam as suas
    próprias rosas.
    As pessoas imaginam os seus próprios campos
    de rosas. E às vezes estou na frente dos campos
    como se morresse;
    outras, como se agora somente
    eu pudesse acordar.
    Por vezes tudo se ilumina.
    Por vezes canta e sangra.
    Eu digo que ninguém se perdoa no tempo.
    Que a loucura tem espinhos como uma garganta.»

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  5. Tão, mas tão belo. Deixo-lhe esta rosa:

    "Eu vi uma rosa
    -Uma rosa branca-
    Sozinha no galho.
    No galho? Sozinha
    No jardim, na rua.

    Sozinha no mundo.

    Em torno, no entanto,
    Ao sol de mei-dia,
    Toda a natureza
    Em formas e cores
    E sons esplendia.

    Tudo isso era excesso.

    A graça essencial,
    Mistério inefável
    -Sobrenatural-
    Da vida e do mundo,
    Estava ali na rosa
    Sozinha no galho.

    Sozinha no tempo.

    Tão pura e modesta,
    Tão perto do chão,
    Tão longe da glória
    Da mística altura,
    Dir-se-ia que ouvisse
    Do arcanjo invisível
    As palavras santas
    De outra Anunciação.

    Manuel Bandeira/Eu vi uma rosa


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  6. "O amor não se define; sente-se.

    Séneca

    Tal como estas rosas. Não há palavras, e o perfume...A beleza comove-me. Obrigada.

    Paixão

    Sempre
    me dei aos teus braços
    como um pássaro aprisionado.

    O meu olhar
    cintilava ao fremir das asas
    do teu voo
    e juntos voávamos mais.

    Rasguem-se as penas
    sadicamente uma por uma
    e mesmo assim verão
    que belo pássaro aprisionado
    incansável esvoaça contigo
    doido no amarelo da esperança
    à nudez de cada manhã.

    José Craveirinha

    Um beijinho:)

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    1. Uma rosa por cada pena
      Para que o perfume
      Consiga voar

      Um beijinho

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  7. En rose rouge. :)

    Beijos grandes, Teresa.

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    1. Um única rosa pode ser a vida inteira. :)

      Beijos grandes, Maria única.

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  8. "La vie en rose" é bela e perfuma a nossa vida. :)

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    1. La vie (en rose) est belle; et parfumée par elle. :)

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