Atalhos de Campo


25.5.16

instrução primária

no campo aprendi a gerir os fardos, não as farpas.

12 comentários:

  1. Sou pelo direito a nunca sermos obrigados a gerir as farpas.

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    1. Nem sempre é assim, Cuca. As farpas arrancam-se, mas também se evitam, ou ignoram, ou simplesmente deixam-se ficar, para que não nos esqueçamos nunca mais, como ao olharmos para S.Sebastião. Obrigados a gerir, claro que não, seria uma violência ainda maior.

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  2. roubado de outras Farpas

    "P. — Que é necessário para haver bom esterco?"
    "R. — Sabê-lo produzir, conservar e empregar."


    'farpear bem há pouco quem', apetece dizer.

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    1. Sim, por vezes é apenas "estercar", como dizem aqui, referindo-se aos animais.
      E conspurcar.

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  3. E o organismo rejeita a farpa...expulsa-a...

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    1. e não é que faz mesmo... ou enquista-a, rodeia-a de uma cápsula para que não progrida...

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  4. Muito bom!
    sim, sim, e o organismo acaba por expulsá-la de vez. Mas o veneno tem remetente. Acredito na devolução de tudo o que se emana. Tudo é dotado de uma energia viva, por isso é natural e lógico que assim seja. Sempre que posso, tento neutralizar as farpas, enfrentando-as, para que o veneno se dissolva e não me corroa. Enfrentar, é desarmar e resolver.:)

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    1. Também acredito cada vez mais nisso, Madalena, nada se faz em vão, e um dia as farpas voltam para trás, qual boomerang...
      Eu tenho uma relação especial com farpas... até acho graça a algumas. Outras deixo-as onde ficaram, para nunca me esquecer delas. E não esqueço.

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