Atalhos de Campo


7.4.16

a pilhas

não gosto de relógios parados
mas gosto de tempos mortos

6 comentários:

  1. Pois, conheço a sensação, por isso inventar para não ficar parada. Ou dou corda aos relógios, ao pensamento... :)))

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  2. JRC, no seu blog ponteiros parados, diz que não há nada mais livre. Sempre lhe disse que nada me faz sentir mais preso.

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    1. Os relógios parados afligem-me, morreram. Dou corda todas as semanas ao relógio de parede, como se ele fosse o coração da casa, e eu, o seu atento pacemaker. Peço pilhas para os outros. Marcarão o tempo enquanto eu viver. Ah, e tenho paixão por relógios (a funcionar) para me poder escapar ao kronos. Como poderia de outro modo saber a hora exacta da evasão e a hora certa do regresso? Mas não olho logo, deito-me a adivinhar, só confirmo no fim.
      Bom dia, Outro Ente.

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  3. Não conheço melhor definição. De facto, tempos mortos são relógios parados. Sermos deparados com uma espera inesperada mal calculada, e aquela sensação de termos sido apanhados, sem carteira, telemóvel, um livro, bloco ou caneta, sem nada, nada que nos pudesse acudir o tédio fastidioso de um tempo morto.

    É que nem pensar se consegue; o aborrecimento impede-nos. Boring!

    But, I'm not bored!:)***



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    1. Eu desmancho bordados; depois volto a bordar :)

      Penélope (em ponto) Cruz xxx :)

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