Atalhos de Campo


1.4.16

papoila




































































7 comentários:

  1. Grito rubro.

    Beijos floridos,Teresa :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sinto-me caçadora destes gritos silenciosos.

      Toma lá esta papoila, Maria.:)

      Eliminar
  2. Resiliente, imponente e diferente das demais.


    (Adoro fotografá-las)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ava, tão certeira!
      Ela está neste momento a fazer-te uma vénia, já reparaste?

      Não admira que gostes, são imensamente expressivas(quase tanto como o Pintas da Silva :)).

      Eliminar
  3. Sim, são lindas e especiais, de solitude festiva, ruborizadas de escarlate. Nesta época, salpicam cada vez mais os campos e nem são precisas muitas para encherem e alegrarem a paisagem. A sua cor de alta frequência, pesa e ofusca qualquer outra. Ao cair do dia recolhem delicadamente o seu saiote de tafetá, enquanto os malmequeres a seus pés se arrepiam até nascer o dia.

    Imagine-se o post, sem a papoila...

    Tafe(tátá)! Papoila azul:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Belo texto, Madalena. Adoro vê-las ao vento, aflitas a agarrar as saias...
      Agora estão a abrir muitas mais, mas esta destacava-se ao longe, a evidenciar o claro-escuro da paisagem, um toque de luz único numa pincelada vermelha, a marcar a diferença.

      Sem a papoila nada seria igual... :)

      Pavots rouges (à Argenteuil)

      Eliminar
  4. "..., aflitas a agarrar as saias..." Ah! Ah! Ah! Por isso, coraram tanto!

    Avec le beau rouge:)

    "Le Déjeuner"-Monet

    ResponderEliminar