Atalhos de Campo


16.4.16

o pequeno lírio e o cão ( anónimo; séc. XXI )














































































4 comentários:

  1. Bel

    Hálito da terra depois da chuva:
    cálida ternura
    aflorando
    na espessura do lábio

    Teu corpo
    leveza que pesa
    um saber sábio
    secreto
    da Natureza

    Por isso os bichos te amam
    em suas falas naturais:
    os felinos
    os caprinos
    e os poetas - bichos marginais

    Luís Veiga Leitão

    Com um beijinho e um poema de um azul flor-de-milho:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Cão maluco com um olho azul
      Saúda a terra de norte a sul
      corre voando sem tempo de espera
      bicho fareja sem dar uma trégua

      É branco e preto como o xadrez
      cavalo galgando, cercas e prados
      corre voando como um alado
      em busca do rei do seu condado.

      A torre enfrenta e nova tormenta
      Obedece à rainha do principado
      Cavalo alado é cão voando
      Ovelha presa ao seu olhado
      como um peão que é bem guardado.

      Cão que é amigo abana o rabo
      fez o trabalho de uma vez
      ganhou o jogo, guardou o gado
      senta-se à espera
      é o Xadrez.

      Gostei tanto, Madalena, que me inspirei para fazer um pequeno poema para o meu Xadrez.
      Obrigada!
      Beijinho e um bom Domingo. :)





      Eliminar
  2. Parabéns, é uma justa homenagem ao Xadrez, e aos Border Collies. A sua energia, eficácia, e rapidez alucinante é única, é particular. É preciso ver para acreditar.

    Beijinhos:)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Poema incompleto,
      (feito ali mesmo) dá nisto:
      Esqueci-me do bispo!

      Beijinhos Madalena, e obrigada por trazeres aqui os teus poetas. :)

      Eliminar