Atalhos de Campo


30.3.16

A caminho da casa do hortelão






































































































































8 comentários:

  1. O que vale é a Teresa, com o mundo que me mete pelos olhos dentro. :)

    Um abraço.

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    1. "Ontens e hojes, amores e ódio,
      adianta consultar o relógio?
      Nada poderia ter sido feito,
      a não ser no tempo em que foi lógico.
      Ninguém nunca chegou atrasado.
      Bênçãos e desgraças
      vêm sempre no horário.
      Tudo o mais é plágio.
      Acaso é este encontro
      entre o tempo e o espaço
      mais do que um sonho que eu conto
      ou mais um poema que eu faço?

      Paulo Leminski/ O atraso pontual

      Um abraço.

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  2. Tão bom vir aqui numa noite fria e com chuva ver a primavera :)

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    1. Este é uma espécie de caminho de paz e de confiança, em que eu penso: cuidado, vamos viver com a harmonia possível.
      E se os animais entendem isso, quase me basta. Mas se passou para ti fico contente. :)

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  3. Vim aqui deliciar-me com as tuas fotos e a seguir imagino-me a almoçar na quinta. Também não me cansaria de captar toda esta beleza, Teresa. :))

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    1. Tem que se combinar isso, Ava. Também já imaginei fazer um almoço "virtual" :))

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  4. Ah! Estava à minha espera...É mesmo lindo, é-o de qualquer maneira, em seu altivo porte, rasando a sua cauda arrumada, como uma cabeleira pelas costas. Descubro-lhe ainda uma cinta verde-escura, daquele verde igual às penas dos meus patos. Fica interessante, quando o sol incide denunciando as cambiantes. E é claro, esse verde fica a matar com o seu veludo de azul real. Mas, como se não chegasse, eis a cereja no topo do bolo, a crina suspensa que o prolonga como uma aura.
    Tudo é belo, ele é só mais um soprano de beleza, mais duradouro que a efémera papoila que alinda delicadamente os campos.

    Blue Velvet
    Com um beijinho

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    1. Não fazia parte deste atalho evidenciar demais o pavão... mas ele posou, ai se posou o mais possível, quando perdeu o medo. E vai largando as penas, quando os ovos já chocaram, como as papoilas deixam as pétalas rubras para que a semente caia de novo à terra, todo um ciclo em progresso, até à casa do hortelão.

      Passadeira vermelha
      Um beijinho, Madalena.

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