Atalhos de Campo


5.2.16

Florinhas

























20 comentários:

  1. (30 segundos para respirar a maravilha do campo...... ..... ..... (é bommmm olhar esse campo!).... ....... .... 3....2.... 1......pronto, fui. beijinho!!!)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. estas, sim, querida flor, são horas verdadeiramente extraordinárias...e então os segundos, nem se fala!
      beijinho:)

      Eliminar
  2. Vives numa espécie de paraíso, Teresa (já não sei quem tratar por tu, por isso tuteio-te). e toda a gente está careca de saber o que eu gostava de ter
    Beijo 

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. com brinde e tu(do)! conhecia a versão da Elis, mas esta rap i(ana) é fiche!
      tuteia-me que eu gosto; é bom viver no campo, ana.
      Beijo

      Eliminar
  3. O franginhas é um must!! As flores campestres são sempre singularmente belas. Claro que o olhar da fotógrafa ajuda muito!

    Beijos, Teresa, e uma noite tranquila. :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Franginhas???? Credo! Franjinhas, claro!
      De repente, lembrei-me do Carrossel Mágico! :)

      Eliminar
    2. Uma verdadeira Beatle, precisa de cortar a franja.
      Estas flores são maravilhosas, piscam-nos os olhos muito amarelos. ;)
      Beijos Maria Primavera, descansa bem.

      Eliminar
  4. Bem, a cegonha está de sonho. Está com a atitude das mães quando vão levar os filhos à escola. " Vamos lá, que não podem chegar atrasados".

    Agora que vejo esta cabeça oriental, lembro-me de ontem e a propósito do Homem destruidor/criador, me assaltar à memória a "Vitória de Samotrácia". Visualizando-a aí, olha nem sei, acho que honraria muito bem esse teu cenário ancestral. Entre o céu e o verde, acho que ela voaria...Consegues imaginar? Ofereço-ta, espero que gostes muito.

    Uma emoção estética com asas
    Beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A cegonha está acompanhada por duas garças; como se vê dão-se como se fossem da família... Têm medo é de mim, ou seja, "do tal homem, o que destrói", mas agora já se vão aproximando mais.

      A cabeça oriental está um pouco fora do contexto alentejano, sem dúvida. Comprei-a muito antes de vir para aqui, e depois acabei por pô-la no jardim. Mas o que é engraçado, é que o primeiro jardim que fiz aqui tinha muito de zen, e isso surgiu naturalmente, um dia olhei para ele e pensei, olha fiz um jardim budista sem querer.

      Obrigada pela Vitória, voa que se farta. :)
      Beijinhos, querida Madalena.

      Eliminar
  5. Às vezes vejo as garças em cima do dorso das ovelhas, e elas não parecem incomodar-se nada com isso. É muito cómico e tem a sua razão de ser.

    Eu gosto de ver escultura em pedra nos jardins e a pedra dessa peça oriental casa muito bem com os elementos. É agradável de ver por entre a vegetação.
    Esse habitat é que me sugeriu a "Vitória de Samotrácia", mas penso que terá sido porque é uma peça naturalista e em pedra mármore que inspira muita beleza e liberdade, tal como esse meio natural.

    Fazes bem. Estás bem acompanhada:):)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Querida Madalena, que bom que te sintas inspirada com este campo. Hoje esteve um dia especialmente bonito, e de uma tranquilidade absoluta, só se ouvia o canto dos muitos pássaros que vivem em volta. A Vitória de Samotrácia é lindíssima, uma figura de proa. Ficaria bem a liderar esta Arca de Noé. :)

      Eliminar
  6. Acho que não precisas de nenhuma Vitória de Samotrácia, agora ela é que talvez ganhasse ao exprimir-se num fantástico meio natural.

    Um dia destes o Louvre tem que pensar nisso.

    Beijinhos, querida Teresa

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Então está bem, fico só com a vitória. :)

      Beijinhos, querida Mdalena

      Eliminar
  7. Escolheste bem.
    Negócio fechado. As asas são minhas(/**\)

    ResponderEliminar