Atalhos de Campo


14.2.16

corte












































22 comentários:

  1. É vê-lo a usar todos os trunfos e elas na conversa!

    Bom Domingo, Teresa :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Uma dança do ventre, versão masculina...mas sem grande êxito, na verdade.

      Bom resto de Domingo, Maria.:)

      Eliminar
  2. É um outfit especial do dia dos namorados!

    ResponderEliminar
  3. E elas ainda hesitam?! Um cortejo de beleza. Como é possível tanta beleza e acuidade em todos os pormenores? Isto é uma verdadeira terapia da cor!

    What a pleasure, my dear! What a pleasure...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Elas na verdade sim; eu é que não!
      É a injustiça da vida, a dança não é para mim, mas eu é que gosto.
      O prazer foi todo meu, my dear, mas não só, pelos vistos...

      Eliminar
  4. Não sei não. Eu acho que é para ti. Secalhar ele está é a disfarçar, com medo de uma bicada, ou de um estalo neste caso, perante uma tal provocação e atrevimento apetecido.

    Olha, eu não me faço de rogada, estou apanhada. Como é mesmo o nome dele? Ai!... Tragam o leque, que vou desmaiar...

    LEQUE, LEQUE!...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não tenho ilusões, a dança raramente é para quem aprecia... O cupido tem uma venda, nada vê, acertou em mim, e elas não lhe ligam nada, claro, estão é a olhar para mim, não vá eu dar-lhes uma bicada!
      Se estás assim tão apanhada vou oferecer-te um leque de penas de pavão, é o máximo que posso fazer por ti. :))
      Ele chama-se Pavão I, e ainda há o Pavão II, mais novo. :)

      SAIS, SAIS,...depressa!

      Eliminar
  5. Respostas
    1. Obrigada, o dia não estava de feição; prometo uma melhor.:)

      Eliminar
  6. Adoro. Tenho duas fotos semelhantes, as únicas que consegui tirar.

    ( sim, sim, arranja mais, gosto tanto!)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Agora fiquei curiosa...partilha para eu ver. Não consegui ainda nenhuma fotografia que fosse tão bela como aquilo que vejo. De facto é magnífico. :)

      Eliminar
  7. Ok. Fica combinado. Tenho cá uma única pena com olho cobalto e cyan. Já dá para pôr na liga, menos mal. Mas não sou muito apreciadora de naturezas mortas.

    Agora a sério. Eu adorei as fotografias e a paginação. Os azuis esverdeados dos papos delas também colhem. A finura do verde rendado do olho do leque ... Tens uma matéria-prima incrível. É
    lindo. A Arte Nova inspirou-se muito na estética e coloração dos
    pavões. É surreal.

    Obrigada e beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Imagina que todo aquele leque cai pena a pena, uma vez por ano, no Outono... depois é só apanhar as penas que ficam por aí espalhadas, e fazer grupos. Tenho vários. Não considero propriamente naturezas mortas, mas sim caídas...:)
      Quanto às naturezas-mortas em pintura, adoro, completamente.

      Beijinhos, querida Madalena.

      Eliminar
  8. Respostas
    1. sim, mas só aceitamos polvos algemados...
      ou então em arroz.:)

      Eliminar
  9. Fantástico! Quando é que me posso inscrever no curso de fotografia?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os pavões são fantásticos, uma obra divina; as fotografias podiam ter ficado melhores. Mas como é que se consegue competir com o que já é absolutamente maravilhoso?
      Saudades.

      Eliminar
  10. Tens razão. Mas há natureza mortas absolutamente sinistras. As cabeças de veado embalsamadas, causam atracção e repulsão ao mesmo tempo. No Convento de Mafra existem umas cadeiras concebidas com hastes de veado, muito antigas e bem conseguidas. Seria o assento ideal para o Drácula, pensei logo eu!

    Ofereço-te então um delicado cabaz de Paulus Brussel, querida Teresa, e boa ceia!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. As do século XVIII são maravilhosas. Não tinha fixado este Paulus Theodorus Brussel, mas reparei num quadro com um ninho que achei lindo. E gosto tanto da nossa Josefa de Óbidos, florinhas e bolos, frutos e laços...

      Prefiro pensar nas coisas vivas das naturezas-mortas.
      Uma noite serena para ti.

      Eliminar
  11. É isso. E embora, vendo, apreciando e aprendendo, o melhor será criarmos as nossas próprias obras.

    Por acaso pensei primeiro na Josefa, mas queria algo do género um pouco mais solto. Entre a expressividade da Josefa e a de Hans Brussel distam cerca de 100 anos. Nota-se uma evolução no registo :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Josefa tem um universo encantado e muito feminino, gosto da simplicidade e do claro-escuro tão luminoso dos seus quadros. E depois há a interpretação de cada flor; de cada gesto, em ambos, sensualíssimo. :)

      Eliminar