Atalhos de Campo


18.1.16

Lembras-te?

11 comentários:

  1. Oh, Teresa, do que me foste lembrar! Claro que sim. Também pensava no "jour où moi aussi j'aurai quelqu'un qui m'aime" :)

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    1. Sempre me "encaixei" nesta letra, lembro-me de "solitária andar por entre a gente", à procura de algo verdadeiro. Agora ficou a nostalgia; talvez tenha procurado durante muito tempo uma coisa que não existe, ou que só existe enquanto dura a ilusão de a ter encontrado. :)

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  2. Teresa, se fechar os olhos estou agora numa sala de estar enorme - um almoço de família, finais dos anos 70 - ...vozes e risos à mistura...o rolo de carne está com óptimo aspecto...cheira a salame de chocolate...os adultos servem-se de poncha...a tia Tá pega-me pela mão, a mim e à S., e dançamos as três ao som de Françoise Hardy e também de Joe Dassin.

    Tão bom viajar assim no tempo. Merci Thérèse :)

    E, desta, lembra-se?

    https://www.youtube.com/watch?v=4kZ0EZg5JRU

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    1. Té, fechei os olhos para melhor ver e ouvir.
      Que maravilha de transporte a essa sala, à família, aos cheiros, aos risos, à tia Tá, e à música.
      E dancei(com o Dassin, claro). :)

      Merci Thé

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  3. Querida Teresa, acho que não existe. Existe apenas dentro de ti, assim como o meu “algo” só existe dentro de mim. Que esta constatação não nos impeça, contudo, de continuar a sonhar :)

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    1. A prova disso é o que não desistimos de fazer todos os dias, em prol do sonho. :)

      [Com que então surripiaste-me o Manuel Hilário para um passo de dança no andar de baixo..."le pauvre!" :)]

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  4. Queria Té, permita-me que atravesse o salão e me sirva do rolo de carne. Trouxe comigo o Manuel Hilário para um passo de dança. Espero que não se importe.
    Quando fizer um chá dançante no meu Salão, contrato-a como DJ :)

    Um beijinho

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  5. Se me lembro! De súbito voei até ao recreio da Escola, onde sob o sol quente de Inverno e ainda antes dos teen, de saias à escocesa a espreitar das batas e meias de lã até ao joelho, nos debruçávamos sobre o dossier de napa vermelho, trauteando as letras passadas à mão com todo o esmero que a causa exigia. "Capri, ç'est fini!..." ..."et la main dans la main..." E a campainha ribombava triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmm E o sonho proibido era interrompido...Que boa e doce nostalgia!

    Querida Teresa, não te vi no recreio, mas sei que também lá estavas. Beijinho

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    1. Se estava, querida Madalena, sabia que te havias de lembrar...
      E a campainha também faz parte da música, mas agora ao contrário, toca para o recreio da memória.

      Beijinho

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  6. Respostas
    1. O Hilário é um ficcionado hilariante, um alien que borbulhou (de mim), e nã foi a ler blogues com prisão de ventre, tem que investigar...está tudo escrito nos comentários da Smilenska.

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