Atalhos de Campo


28.11.15

um adeus português









































































































































































































Cidade de Colónia do Sacramento, fundada pelos portugueses em 1680, como 
Colónia do Santíssimo Sacramento. 
Centro Histórico com influência portuguesa(Património da Humanidade)
Uruguai, margem Norte do Rio da Prata.

6 comentários:

  1. "Não gosto nada da vida que levas, disse antes de se levantar, despedindo-se para sempre. Não entendi que fosse uma despedida, muito menos que era para sempre. Nunca se sabe o que é para sempre, sobretudo nas coisas do amor. E era uma coisa do amor, isto tudo. São tão estranhas as coisas do amor que não se compreendem por inteiro. Tem de se estar sempre a fazer suposições. Nunca se sabe como e até que ponto e até quando. Esta obsessão chega para impedir a vida, o amor pode impedir o amor, amaldiçoá-lo como um espectro..."

    Pedro Paixão / O fim é muito depressa, in Nos teus braços morreríamos

    Que momento tão bonito, querida Teresa. Triste, com a alegria virada do avesso, mas bonito.

    Um beijinho :)

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  2. "A mulher que me serve café todas as manhãs quando soube que eu era português disse-me que Lisboa era linda. Perguntei-lhe se conhecia Portugal e ela disse-me que não. Que tinha visto um filme. Um filme de que não se lembrava do nome. Que tinha passado na televisão. O meu país só existe porque ninguém o quis."

    Pedro Paixão/ Nos teus braços morreríamos
    Última paragem

    Obrigada, Miss Encantadora
    Um beijinho :)

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  3. [isto de viajar de graça, com quem se gosta, e poder atravessar um oceano sem panicar totalmente, é maravilhoso :) obrigada!]

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  4. "As coisas de que eu mais gosto são as flores do campo, o mar, os rios e toda a água corrente, fria ou quente. Laranjas, limões, limas e tudo o que faz mal ao fígado. Apanhar vento na cara. Dar de comer aos patos no parque da cidade. Ficar horas deitada na relva a ver o céu. Cozinhar para os outros porque para mim não posso. Tratar dos vasos e das plantas do jardim. Dormir com o meu gato preto. Ajudar o meu pai nas vindimas, fazer o vinho e levar o brolho para o alambique. Ver o bagaço a cair em fio e sentir aquele cheiro forte e quente. Desculpe tanto desabafo. E não é metade do que sinto. Obrigada."

    Pedro Paixão/ Nos teus braços morreríamos
    Carta a um namorado futuro

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  5. Foi bom poder fazer esta viagem contigo. Aqui onde estou também viajo no tempo todos os dias e digo adeus às nossas Caravelas.

    Tenho saudades das nossas viagens rumo ao (des)conhecido.


    Beijinhos e saudades

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    Respostas
    1. "Caravelas, caravelas
      Mortas sob as estrelas
      Como candeias sem luz
      Os padres da inquisição
      Fazendo dos vossos mastros
      Os braços da nossa cruz
      Caravelas"

      como era perfeito o vento, e feliz o tempo, quando cantávamos Trovante e as Caravelas
      viajavam connosco e venciam cada porto.

      Beijos e saudades

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