Atalhos de Campo


31.10.15

alguns minutos mais tarde



























8 comentários:

  1. A gripe compensa, afinal!

    Beijo, Teresa, e as melhoras. :)

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    1. grip, grip, grip
      grip, grip, grip
      grip laranja, da gripe fina
      grip cristal, da gripe normal

      grip,grip,grip...

      Atchim!

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  2. Olho estas fotos e penso na 9ª Sinfonia de Beethoven - cada entardecer encerra a esperança de um novo amanhã.

    Um domingo feliz e as melhoras, D. Galinha Ruiva :)

    Aqui vai mais uma mezinha caseira: ver pela manhã com um chazinho de limão e mel e uma mantinha pelos joelhos: https://www.youtube.com/watch?v=UXDbwUJtz4s

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  3. Ah, Ah, Ah, de tanto rir já me dói a barriga
    E a Galinha Smile deu-me óleo de castor...
    Que não dá para estar dor
    E ainda diz que é minha amiga!

    Querida Miss Smile, obrigada por estes mimos todos. Fico a pensar se existes mesmo, tal é o espanto de tudo
    o que já aprendi e senti por te ter conhecido. Tenho mesmo que me pôr boa porque vou ter que viajar muito em breve.
    Que o teu Domingo seja um Hino à Alegria. :)
    Um beijinho.

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  4. Como se pode ver pelo link que te enviei, aqui a Galinha Smile só debica erudição :)

    Quanto ao resto, querida Teresa, há pessoas que conseguem extrair o melhor de nós. E tu és uma delas.

    Um beijinho e não esquecer de tomar o óleo de castor (que sempre é mais saboroso do que o de óleo de fígado de bacalhau) :)

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    1. Miss Smile, desde que pus o porquinho salsichão e o patinho preguiçoso a óleo de rícino, nunca mais os vi. Acho que morreram...
      Já os procurei no Facebook, o salsichão tinha uma vara de 600 amigos que não sabem dele; o preguiçoso pode ter migrado, mas tinha as asas cortadas e passava o dia na rede a dormir. Não terá a Galinha Smile, exagerado na dose do xarope, uma daquelas mezinhas que "debica" lá pela net, enquanto toma o chá... Parece-me que fez aquilo muito concentrado, para os despachar, assim, com pezinhos de galinha, percebe... A propósito, descobri que o remédio também dá para os pés de galinha, vou experimentar :) Quanto à Teresa, receio que tenha levado o mesmo sumiço dos outros dois, caso não se tenha esquecido de tomar o óleo. :)

      Yours sincerely, Galinha Ruiva


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  5. Hilarião, prá você ficá bom rápidinho :)

    «Desgraça pouco é besteira!

    Reza a lenda popular brasileira.

    Foi assim que fiquei paciente

    Duma cama fria e lacônica

    Doía tudo. Até a alma, minha gente.



    A danada da gripe foi de lascar

    Era dor de tudo que é jeito

    Remédio tomei pra dela escapar

    Qual nada! Nenhum fez efeito

    Fiquei na cama com febre a me danar



    O Maneco inda me telefonou

    Tentou de todo jeito me reanimar

    Mas o corpo já de tanto véio

    Num respondia, seu moço

    Queria mesmo era cama pra se aninhar



    Depois ligou o Vidal oferecendo carona

    Também isso não me fez fugir da cama

    Tentou me incentivar dizendo que seria bacana

    Participar desta primeira semana

    Sarau de poesia na noite curitibana



    Em seguida me disse a Marilda

    Num e-mail quebrado no meio do dia:

    – “Poeta, deixa de frescura sem demora;

    hoje no Massudas é noite de poesia…

    cachaça com limão e vamo simbora.”



    Mas a filha-da-puta da gripe

    Não veio sozinha, não!

    Trouxe a tiracolo a danada da febre

    Não bastasse isso, me deu por companhia

    O cof-cof… cof-cof… nesta noite de poesia



    Êta, gripezinha sem-vergonha… safada

    Adoeceu minha poesia a danada

    Agora ta indo imbora a marvada

    Sacaneou comigo a semana inteira

    De repente quer ir embora toda faceira



    Não! Num vai ficar barato não

    Vou mostrar pra essa filha-de-bordel

    Que não se brinca com poeta. Não!

    “Vai pra eternidade nas asas dum cordel.”

    – Dirá o poeta numa cachaça com limão e mel



    E pra terminar toda essa cantoria

    Faço aqui meu agradecimento

    Ao professor e poeta Hélio pelo lamento

    Que manifestou de me ver fora do evento

    Vai daqui todo o meu reconhecimento



    Chega assim, ao fim, esse poema-cordel

    Feito por um poeta rabugento

    Que ta ruminando feito touro velho

    Toda raiva da gripe, da febre e da tosse

    Que durante dois dias me tomaram por posse



    Antes de por fim a esta cantoria

    Quero aqui muito me desculpar

    Num outro evento dessa natureza

    Quando se engrandece a poesia

    Lá estarei, custe o que custar, com certeza.»


    [poema de João Batista do Lago]

    um beijo.

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    1. êta, minina sem vêrgonha
      não esqueça cá seu Hilárão
      qué frô, poeta, e sonhador
      prá oucê qui é do sertão à flor
      eu canto em meu violão
      qui estou pronto, meu bem,
      disponha.

      Manéu Êlário

      :) Belíssima panaceia, flô.

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