Atalhos de Campo


17.6.15

:))



Post inteiramente dedicado a Miss Smile.

Querida Miss Smile, tem noção do que já aprendi consigo?
Um beijinho.
Obrigada, Teresa.


2 comentários:

  1. Querida Teresa,
    Agora, estou a ver tudo enevoado. Será que tenho de mudar de óculos? Já o coração, esse, rejuvenesceu um bom par de anos. Mas que gesto tão bonito e generoso! A fotografia é maravilhosa (somos nós as duas, de pintinhas pretas e sorriso de orelha a orelha, a deixar o dia escorrer devagarinho na beleza do entardecer). Ri-me muito com o filme do incomparável Charlie Chaplin. E chorei também! Simplesmente maravilhoso! Ele tem uma frase que gosto muito “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
    E acredite, o prazer é todo meu. É um privilégio conhecer uma pessoa com tamanha sensibilidade e delicadeza. A Teresa tem poesia na alma. Lê o coração das pessoas e deixa sempre um comentário atencioso, uma palavra amiga, um poema.
    Quanto ao ensinar, isso já é outra conversa. Eu não ensino nada, acredite. Apenas vou partilhando o que eu própria vou aprendendo.
    Inteiramente para si, deixo aqui um poema de Alexandre O'Neill de cuja poesia gosta tanto.

    Mal nos conhecemos
    Inaugurámos a palavra “amigo”!

    "Amigo" é um sorriso
    De boca em boca,
    Um olhar bem limpo,
    Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
    Um coração pronto a pulsar
    Na nossa mão!


    Um beijinho polvilhado de pólen

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    1. Querida Miss Smile, ainda não me refiz do seu comentário, se é que alguma vez isso vai acontecer. Tenho descoberto em si uma pessoa maravilhosa e tão sabedora, que me apetece ir ficando sempre mais um pouco, para além do chá...O que eu gostava que o meu filho lesse o seu comentário, principalmente a sua frase favorita de Chaplin, onde se resume tudo o que é a vida, e que tem também tudo a ver com o seu post de hoje. Sim, a empatia tem destas coisas, de repente pousamos as malas, chegados de uma grande caminhada, e visitamos sobressaltados as nossas "empatias", para descobrimos, perplexos, que, se calhar, a troca de beijinhos foi também uma troca de poléns, e que no lugar, antes vazio, está à nossa espera uma nova flor. E não há melhor do que aprender com quem não nos quer ensinar, mas apenas partilhar connosco o que sente e sabe.

      Deixo-lhe um sorriso, um olhar limpo, uma porta aberta, e um coração...rejuvenescido.
      Um beijinho

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