Atalhos de Campo


19.5.15

Antemanhã



 

No fim dos teus dedos
Começam os olhos das aves

  Não me pergunte a poesia
  Nada mais

  Apenas sei o fim de teus dedos
  
  Não me pergunte a poesia
  Se choram os olhos das aves

  Daniel Faria/Antemanhã

4 comentários:

  1. Que encanto! Que avezinha é essa, tão frágil e, simultaneamente, tão palpitante de vida que se aninha na concha da mão? Uma excelente foto para ilustra tão belo poema :)

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    1. Boa noite Miss Smile, acho que é um pardal que caiu ontem do ninho e que tenho estado a alimentar. De facto é um amor e está a lutar pela vida! Os irmãos, que eram três, estavam todos mortos na relva (ainda caíram de uma altura considerável), mas este abriu logo muito a boca a pedir comida. Hoje não resisti a tirar-lhe uma fotografia. Um beijinho e muito obrigada.:)

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  2. Como vai o pardao, agora que passaram 5 dias? Sobrevive? E os gatos que põem cerejas nas camas, portam-se bem? :-)
    Olá Teresa, gosto de aqui voltar.
    Um beijo e boa sorte com o passarinho. (uma vez tentei fazer o mesmo a um, mas morreu, fiquei com muita pena)

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    1. Infelizmente não. Investiguei sobre a alimentação mais adequada, e fiz todo o possível para ser uma boa mãe adoptiva, mas foi definhando e acabou por morrer. Mas tenho outra história com um pardal que correu bem, um caso inverosímil, que um dia conto. Quanto aos gatos, o último que vivia dentro de casa já morreu, com 17 anos. Agora vivo no campo e tenho dois gatos que só vêm a casa quando os podemos controlar... parecem-me felizes, e livres.

      Obrigada pela visita; um beijo também.

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