Atalhos de Campo


20.12.14

colóquio

























Todos os dias lhes tento poupar um dia de vida, sei que pode parecer ridículo, ter pena de galináceos, mas é um facto: voltei a ter a minha capoeira de menina, quando queria ser veterinária , e não deixava matar nada. Um dia fui veterinária, e agora voltei a ser menina. Estes não vão morrer.     

2 comentários:

  1. De pequena me corriam quando havia matança de galinhas, coelhos e, horror dos horrores, do porco! Dos primeiros eu não parava de dizer "coitadinhos, coitadinhos", no caso do porco, era mesmo gritaria e choradeira.

    Beijinhos, Teresa! :)

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    1. Olá Maria, em casa dos meus avós criava-se um porco por ano, e quando era a matança eu fugia para não ouvir os gritos, mas ainda me lembro desses tempos quando aqui, precisamente nesta altura do ano, o ar cheira a queimado do chamusco das carcaças das redondezas, tal é a quantidade. A Árvore dos Tamancos de Ermanno Olmi, tem uma cena pungente e bastante realista dessas matanças, que têm continuado a fazer-se tal como nessa época; é bom nem lembrar...
      Os meus galináceos e eu agradecemos a solidariedade e o comentário; beijinhos também :)

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