Atalhos de Campo


30.12.14

Morreu, portanto vive.

Pouco antes de morrer, o artista escreveu no seu diário:«Agora quero dirigir-me para além da arte- para além da sensibilidade- da vida.Quero entrar no vazio. A minha vida deve ser como a minha sinfonia de 1949, um acorde contínuo, libertada do princípio ao fim, limitada e ao mesmo tempo eterna, porque ela não tem começo nem fim...Desejo morrer e quero que possam dizer de mim: Morreu, portanto vive.»
Yves Klein
Hannah Weitemeier/klein

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